O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirmou nesta terça-feira (15) que as fintechs, startups voltadas para serviços financeiros, são uma importante alternativa à concentração bancária no Brasil, principalmente para as micro e pequenas empresas, que têm dificuldade em acessar crédito nas grandes instituições financeiras. “Por conta da dificuldade no crédito, quem financia hoje os pequenos são os fornecedores. Eles não chegam aos bancos e, mesmo quando conseguem, é por meio da pessoa física a taxas elevadas”, disse Afif, durante o Fintouch, conferência destinada ao mercados de fintechs realizada em Expo Center Norte, em São Paulo.

De acordo com Afif, as fintechs, neste cenário difícil, podem ser uma alternativa de oferta de dinheiro mais barato. Mas alertou que a regulamentação dessas start-ups pode dificultar a expansão do setor no Brasil. A regulamentação – que em alguns casos pode significar mais burocracia ou engessamento do setor – seria um primeiro passo para impedir a escalada das empresas da área que, na visão de Afif, são uma ameaça à concentração bancária no Brasil, que hoje é a maior do mundo, com cinco grandes instituições controlando o mercado financeiro. “O segmento tem que ir no sentido da desregulamentação”, defendeu.  
 
Afif lermbrou que em países como os Estados Unidos há cerca de 6 mil bancos operando no mercado. “Para o Banco Central, é mais fácil controlar cinco instituições financeiras”, disse. Ele destacou que pesquisas do Sebrae mostram que 80% dos pequenos negócios não têm acesso a crédito. Afif  também destacou que o país vive um momento de retração nos empréstimos bancários por conta da crise financeira e política dos últimos anos.     
 
O Fintouch é primeiro evento na América Latina voltado exclusivamente para o mercado de fintechs. O público alvo são as próprias startups, bancos, corretoras, gestoras, seguradoras e empresas interessadas no tema. O objetivo é apresentar as fintechs ao mercado e garantir que, dessa forma, as empresas possam contratá-las, investidores possam conhecê-las e outras companhias do setor possam se aproximar e buscar sinergias. O evento será uma possibilidade da equipe do Sebrae debater e pesquisar o mercado de fintechs em busca de mais agilidade e menos burocracia em serviços financeiros para as micro e pequenas empresas. 

No Brasil, há cerca de 250 fintechs, número que deve crescer de forma exponencial nos próximos anos. Esse mercado tende a se expandir principalmente por conta das vantagens competitivas oferecidas por essas empresas em relação ao mercado financeiro tradicional, já que se tratam de empresas mais enxutas, totalmente focadas no modelo de negócios, construídas sobre uma base tecnológica consistente, com plataformas modernas e integradas aos serviços de nuvem da nova geração, o que reduz seu custo de operação e tempo para tomada de decisões.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirmou nesta terça-feira (15) que as fintechs, startups voltadas para serviços financeiros, são uma importante alternativa à concentração bancária no Brasil, principalmente para as micro e pequenas empresas, que têm dificuldade em acessar crédito nas grandes instituições financeiras. “Por conta da dificuldade no crédito, quem financia hoje os pequenos são os fornecedores. Eles não chegam aos bancos e, mesmo quando conseguem, é por meio da pessoa física a taxas elevadas”, disse Afif, durante o Fintouch, conferência destinada ao mercados de fintechs realizada em Expo Center Norte, em São Paulo.

De acordo com Afif, as fintechs, neste cenário difícil, podem ser uma alternativa de oferta de dinheiro mais barato. Mas alertou que a regulamentação dessas start-ups pode dificultar a expansão do setor no Brasil. A regulamentação – que em alguns casos pode significar mais burocracia ou engessamento do setor – seria um primeiro passo para impedir a escalada das empresas da área que, na visão de Afif, são uma ameaça à concentração bancária no Brasil, que hoje é a maior do mundo, com cinco grandes instituições controlando o mercado financeiro. “O segmento tem que ir no sentido da desregulamentação”, defendeu.  
 
Afif lermbrou que em países como os Estados Unidos há cerca de 6 mil bancos operando no mercado. “Para o Banco Central, é mais fácil controlar cinco instituições financeiras”, disse. Ele destacou que pesquisas do Sebrae mostram que 80% dos pequenos negócios não têm acesso a crédito. Afif  também destacou que o país vive um momento de retração nos empréstimos bancários por conta da crise financeira e política dos últimos anos.     
 
O Fintouch é primeiro evento na América Latina voltado exclusivamente para o mercado de fintechs. O público alvo são as próprias startups, bancos, corretoras, gestoras, seguradoras e empresas interessadas no tema. O objetivo é apresentar as fintechs ao mercado e garantir que, dessa forma, as empresas possam contratá-las, investidores possam conhecê-las e outras companhias do setor possam se aproximar e buscar sinergias. O evento será uma possibilidade da equipe do Sebrae debater e pesquisar o mercado de fintechs em busca de mais agilidade e menos burocracia em serviços financeiros para as micro e pequenas empresas.
 
No Brasil, há cerca de 250 fintechs, número que deve crescer de forma exponencial nos próximos anos. Esse mercado tende a se expandir principalmente por conta das vantagens competitivas oferecidas por essas empresas em relação ao mercado financeiro tradicional, já que se tratam de empresas mais enxutas, totalmente focadas no modelo de negócios, construídas sobre uma base tecnológica consistente, com plataformas modernas e integradas aos serviços de nuvem da nova geração, o que reduz seu custo de operação e tempo para tomada de decisões.

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